A planta de Pacheco passará a ser exclusiva da nova Amarok. Por enquanto, no local é produzido o Taos, que acaba de chegar à linha 2026 com substituição do câmbio automático de seis marchas pelo de oito velocidades. Porém, no final de 2025, o SUV começará a vir do México - em versão reestilizada.
O visual da nova Amarok
Na Europa, a Amarok compartilha plataforma com a Ranger, que é feita na Argentina - mais precisamente, em uma fábrica em Pacheco bem ao lado da Volkswagen. Mas, lá atrás, quando a Ford decidiu fazer a atual geração de sua picape na América do Sul, a VW já havia decidido não ter o produto com a mesma arquitetura nessa região.
Assim, a Amarok com base de Ranger fica focada no mercado europeu. A da América do Sul, apesar de usar plataforma da Maxus T9 - que já é vendida pela SAIC em locais como Chile e Paraguai -, tem design próprio, desenvolvido pelo time liderado pelo brasileiro José Carlos Pavone.
O design distancia o novo produto não apenas da Maxus, mas também da atual Amarok. Apesar de o desenho divulgado pela Volkswagen parecer um pouco exagerado, principalmente no tamanho das rodas, deixa evidente uma dianteira mais alta e imponente, com capô bem vincado.
O esquema de iluminação externa que vem sendo adotado nos produtos da Volkswagen terá, na Amarok, um próximo capítulo. Ganhará ainda mais destaque na dianteira do modelo. Por ora, a frente e a lateral são o que podemos ver da picape média.