
O modelo é um Chevrolet Omega GLS de 1993. Essa era a versão de entrada do sedã, mas passava longe de ser barata (ainda mais com itens extras escolhido pelo esposo): vendido em 9 de novembro de 1993, o carro saiu por CR$ 6.000.000,00. Convertendo de cruzeiros reais para o real, isso seria equivalente a R$ 413.000 nos dias, segundo o IGP-M.
O valor se justificativa pelo luxo do Omega à época, chamado de "absoluto" pela General Motors. Apesar de ser básica, a versão GLS trazia itens de série como direção hidráulica, ar-condicionado e ajuste elétrico até dos retrovisores.
A principal diferença da versão GLS era o motor 2.0 de 116 cv e 18,6 kgfm, substituído, no topo de linha Omega CD, pelo 3.0 de 165 cv e 23,5 kgfm. Itens da versão mais cara, entretanto, foram encomendados pelo comprador: teto solar, ajuste elétrico da altura dos faróis, cortina retrátil no vidro traseiro e um computador de bordo avançado para a época.

O carro foi pago à vista, segundo a nota fiscal. O documento está em excelente estado de conservação, assim como manuais e outros papéis que vinham na compra de um Chevrolet zero-km. É como se tivesse sido mantido na embalagem, com a experiência de "unboxing" mantida.