Secretária de Agricultura dos EUA virá ao Brasil com foco em negociações com o setor

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Recentemente, o governo brasileiro, em conjunto com a bancada ruralista, aprovou um projeto de lei que estabelece a reciprocidade nas regras ambientais e comerciais nas interações do país com outras nações

EFE/EPA/WILL OLIVER

Brooke Rollins

O novo texto legislativo inclui medidas para responder a práticas protetcionistas e permite que o Brasil tome contramedidas

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A secretária do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, Brooke Rollins, está programada para visitar o Brasil nos próximos seis meses, segundo informação da Folha de S.Paulo. O objetivo da visita é discutir as negociações no setor agrícola e garantir que os parceiros comerciais cumpram suas obrigações nos acordos estabelecidos. A informação foi compartilhada pela embaixadora brasileira em Washington com o Ministério das Relações Exteriores, repassado ao MDA (Ministério do Desenvolvimento Agrário) na segunda-feira (31). Durante sua declaração, Rollins mencionou que o déficit comercial agrícola dos Estados Unidos gira em torno de US$ 50 bilhões, enquanto o Brasil enfrenta um déficit de US$ 7 bilhões nesse setor.

Ela enfatizou o compromisso do USDA em aumentar o acesso a mercados internacionais, destacando a importância de países como Índia, Japão, Peru, Reino Unido e Vietnã em sua agenda. As questões relacionadas ao agronegócio são cruciais nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Recentemente, o governo brasileiro, em conjunto com a bancada ruralista, aprovou um projeto de lei que estabelece a reciprocidade nas regras ambientais e comerciais nas interações do Brasil com outras nações. O projeto já recebeu aprovação da Comissão de Assuntos Econômicos do Senado e agora aguarda votação na Câmara.

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O novo texto legislativo inclui medidas para responder a práticas protetcionistas e permite que o Brasil tome contramedidas comerciais e diplomáticas em resposta a barreiras ambientais consideradas injustificadas. A Câmara de Comércio Exterior (Camex) terá um papel fundamental na implementação dessas medidas, e o texto também prevê a realização de consultas diplomáticas para resolver conflitos antes da adoção de contramedidas.

*Reportagem produzida com auxílio de IA
Publicado por Fernando Dias

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