A regulamentação das bets trouxe ao país a inplaySoft, uma incubadora inglesa que procura empreendedores interessados em investir anualmente para ter uma casas de apostas. Com investimento inicial de R$ 90 milhões, a companhia oferece suporte desde a criação da plataforma de apostas até questões operacionais e financeiras.
Para criar uma bet de pequeno porte, sem muitas personalizações, focadas em esportes populares, o pacote inicial gira entre R$ 30 milhões e R$60 milhões por ano, segundo a companhia.
"O Brasil é o mercado mundial com o maior potencial de crescimento", afirma Alex Rose, CEO da inplaySoft. "Além de começar uma rede do zero, também temos expertise para atender sites de apostas já existentes, que buscam reposicionamento de marca, mudança de imagem ou simplesmente a exploração de novos mercados."
É o caso da "Julio Bet", por exemplo, que opera desde 2021 e, agora, quer reformular sua plataforma para explorar outros mercados.
Atualmente, inplaySoft opera duas marcas: a GingaBet, patrocinadora de Vila Nova, Paysandu e Ponte Preta; e a Viva Sorte Bet, que ocupa o espaço mais nobre do uniforme do Bahia, Athletico e Goiás.
Com Stéfanie Rigamonti