Hashima: 'ilha fantasma' já habitada pela Mitsubishi traz passado sombrio

há 5 dias 3
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A ilha tinha hospital, escola, locais de culto e até mesmo cassino. Porém, não foi possível estender a ilha no mesmo ritmo que suas estruturas estavam sendo erguidas, com quilômetros de túneis no subsolo que ligavam diferentes partes.

A cidade fabricada tinha diversos problemas, já que o ar do mar criava 95% de umidade, e os vapores de carvão eram bombeados para o ar o tempo todo.

Assim, com calor extremo, o pó de carvão grudava na pele dos moradores graças à umidade ao mesmo tempo em que atacava os sistemas respiratórios deles - que compunham na época a maior densidade populacional do mundo. Para conviver com isso, os trabalhadores ganhavam salários comparáveis aos executivos de Tóquio.

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O local tem algumas características. O enorme edifício aumentado ao longo dos anos, o pátio da escola e a escadaria para alcançar o ponto mais alto da ilha, apelidada pelos moradores de "escada para o inferno".

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