Sua cabine, inspirada na de máquinas como Roma e Purosangue, é um misto de esportividade, luxo e praticidade. Sendo assim, os bancos, grudados no chão e feitos de fibra de carbono, são do tipo concha, de carro de corrida. Há poucos ajustes, inclusive.
Os demais toques são para lá de luxuosos. O acabamento é uma joia, todo emborrachado, feito de materiais como couro, Alcântara e fibra de carbono. Há três telas. A do painel de instrumentos personalizável 15,6" e a da central multimídia, de 10,3".
A terceira tela tem 8,8" e fica na frente do passageiro. Nela, dá para acompanhar dados do painel de instrumentos, como a velocidade. Até sistemas de assistência estão no pacote da 12Cillindri, como câmeras 360 (as imagens são projetadas no painel de instrumentos).

Quase todos os botões são sensíveis ao toque, inclusive o de partida, que fica no centro do volante. Nesta peça também está o botão vermelho (este, físico) para comandar os níveis de atuação do controle de estabilidade, que pode ser totalmente desabilitado.
O som do motor V12 aspirado é um dos destaques da 12Cilindri. Porém, para quem quer curtir outro tipo de trilha sonora em uma viagem, ou no dia a dia, o supercarro tem sistema de som da Burmester com 1.600 W. Há alto-falantes até no porta-malas.