China planeja usina no espaço que abasteceria milhões de carros elétricos

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Energia solar espacial é "coringa" para atender à demanda cada vez maior de eletricidade com dano ambiental quase nulo
Energia solar espacial é "coringa" para atender à demanda cada vez maior de eletricidade com dano ambiental quase nulo Imagem: Reprodução

A base teórica para isso existe há décadas, e testes em pequena escala já foram realizados. Mas os chineses parecem ter descoberto frequências ideias para transmitir uma boa quantidade de energia e, ao mesmo tempo, evitar que as microondas causem danos aos seres vivos que estiverem no caminho da transmissão.

"Em média, os raios geram uma densidade de potência na casa de 30 W/m². No centro do feixe de microondas, esse valor chega a 230 W/m² que, ainda assim, é uma fração da insolação ao meio-dia, que gera 1.000 W/m²", explicam documentos oficiais.

A China não dá prazos, mas sugere que pode iniciar operações comerciais da tecnologia ainda na década de 2020. Concorrentes como a empresa britânica Space Solar dão prazo maior, de 12 anos, mas que ainda são animadores para lugares como o Brasil.

Isso porque, em latitudes elevadas, as estações de recepção das microondas podem ocupar até 78 km². Próximo ao Equador, entretanto, a área diminui bastante. "Em países com território vasto, é mais fácil de criar estações. Se esses países tiverem áreas de plantio, dá até para utilizá-las simultaneamente com os receptores" diz a Space Solar.

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