Justiça manda Apple liberar apps fora de sua loja; empresa vai recorrer

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Zuniga argumenta que a empresa já fez isso em outros países, e que não houve "impacto ou dano irreparável ao seu modelo de negócio".

Na Europa, a Apple abriu sua plataforma para outras lojas. Por lá, por exemplo, a companhia reclamou recentemente ela distribuição do primeiro app pornô para iPhone por meio da AltStore. A empresa disse que estava "profundamente preocupada com os riscos de segurança que aplicativos pornográficos hardcore desse tipo criam para usuários da União Europeia, especialmente crianças".

Origem do processo no Brasil é uma ação do Mercado Livre contra a Apple, iniciada em 2022. A empresa de varejo acusa a gigante de tecnologia de abusar de sua posição dominante no mercado de aplicativos. A reclamante argumenta que regras da Apple impedem a oferta de serviços de streaming de vídeo e música.

Em nota, a Apple diz que vai recorrer e que está preocupada com as medidas sugeridas pelo Cade. "Estamos preocupados que as medidas provisórias propostas pelo Cade possam prejudicar a privacidade e a segurança de nossos usuários e pretendemos apelar da decisão".

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