SparkCat: 6 dicas pra evitar o vírus achado pela 1ª vez nas fotos do iPhone

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Só confie em aplicativos com milhões de downloads. Antes, baixar qualquer app com uma boa avaliação nas lojas já era suficiente, mas agora, com o vírus se infiltrando até em sistemas considerados seguros, a recomendação é investir apenas em aplicativos usados por muitos usuários e que estão no ar já há muitos meses.

Além disso, verifique a procedência do aplicativo na própria loja virtual. Isso pode ser feito verificando os detalhes preenchidos no Google Play ou na Apple Store, visitando o site oficial do desenvolvedor e lendo as avaliações deixadas, principalmente as negativas, para verificar quais são os maiores problemas do programa.

Instale um antivírus potente e tome cuidado ao autorizar acesso de novos aplicativos aos seus dados. Muitos dos aplicativos pedem autorização do usuário para acessar toda a galeria de fotos: só conceda se você realmente confiar naquele serviço. Se tiver dúvida sobre a legitimidade dele, forneça no máximo acesso limitado, a uma foto ou vídeo em específico.

De qualquer forma: evite armazenar fotos com informações confidenciais. Guardar imagens e capturas de tela com dados sensíveis, como números de documentos pessoais e dados bancários é muito inseguro. Isso porque, além de vírus como o SparkCat, sempre existe um risco de alguém mal-intencionado pegar seu celular ou de você enviar as fotos sem querer —por Bluetooth ou AirdDrop — para a pessoa errada.

Guarde seus dados sensíveis em aplicativos específicos para isso. A própria Kaspersky tem um "cofre" virtual de senhas, com verificação em dois fatores, que guarda as informações criptografadas.

Mas se você já instalou o vírus, delete o aplicativo infectado e não volte a baixá-lo até que o desenvolvedor anuncie que consertou o problema. Após apagar o app, vá até sua galeria de fotos e procure qualquer imagem que possa ser um problema. Bloqueie qualquer conta que tinha dados expostos na galeria e mude suas senhas.

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