Entre os itens esperados estão alerta de colisão, frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo e assistente de permanência em faixa. O SUV terá conectividade completa com integração com serviços remotos.
Essa base também aceita múltiplas motorizações, incluindo sistemas híbridos, e produção de veículos com comprimentos entre 4,0 e 5,0 metros, com modularidade nas dimensões de entre-eixos (quatro medidas entre 2,6 e 3,0 metros) e três medidas para a seção traseira, além da largura da bitola que pode variar entre 1,53 m a 1,6 m.
Motorização
Sob o capô, o SUV deverá estrear com o motor 1.3 turboflex TCe de até 170 cv com etanol, desenvolvido em parceria com a Mercedes-Benz. Esse motor já mostrou bom desempenho em modelos como o Captur, Oroch e Duster e deve oferecer uma combinação interessante de performance e consumo.
Mas o grande diferencial pode vir logo em seguida: a Renault confirmou que estuda uma versão híbrida do modelo, o que faria dele o primeiro híbrido flex da marca no país. Essa versão, baseada na tecnologia E-Tech que já equipa modelos europeus, pode chegar um pouco depois do lançamento da versão a combustão.
Sotaque brasileiro
O novo SUV compartilha soluções com o Renault Symbioz, que será lançado na Europa ainda neste ano. A proximidade entre os dois modelos é estratégica: ambos usam a mesma plataforma e compartilham design, eletrônica embarcada e motorização. Mas o nosso SUV terá ajustes para o gosto e as condições brasileiras — inclusive na suspensão, que deverá ser mais robusta, e na cabine, pensada para oferecer mais conforto térmico e praticidade.