Julgamento sobre anulação de ato da Lava Jato empata no STF e aguarda voto decisivo de Nunes Marques

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Ministro André Mendonça enfatizou que as alegações de nulidade devem ser analisadas pelas instâncias apropriadas, em conformidade com princípios constitucionais, como o devido processo legal

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O julgamento na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a anulação de atos da Lava Jato que envolvem Antonio Palocci encontra-se em um impasse, com o placar empatado em 2 a 2. O voto mais recente foi do ministro André Mendonça, que se alinhou à posição divergente de Edson Fachin. A definição do caso agora depende do voto de Nunes Marques, que ainda não se manifestou sobre a questão. Mendonça, ao se pronunciar, apoiou a argumentação de Fachin, que defendeu que o Supremo não deve se debruçar sobre pedidos amplos e genéricos relacionados às investigações da Lava Jato. O ministro enfatizou que as alegações de nulidade devem ser analisadas pelas instâncias apropriadas, em conformidade com princípios constitucionais, como o devido processo legal.

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Além disso, o ministro André Mendonça ressaltou que não é viável aplicar decisões da Lava Jato a todos os pedidos que surgem, pois isso poderia infringir o princípio do juiz natural. Essa consideração é fundamental para garantir que cada caso seja tratado de maneira justa e adequada, respeitando as normas legais estabelecidas. O recurso apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) busca reverter a anulação dos atos que foram anteriormente considerados inválidos. A expectativa agora gira em torno da manifestação de Nunes Marques, que poderá decidir o desfecho desse importante julgamento, que tem implicações significativas para o futuro das investigações da Lava Jato.

Publicado por Sarah Paula
*Reportagem produzida com auxílio de IA

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