Segundo o veículo, "a campanha eleitoral presidencial americana serviu apenas para ressaltar o que há muito tempo consideramos: que o X é uma plataforma de mídia tóxica e que seu proprietário, Elon Musk, tem sido capaz de usar sua influência para moldar o discurso político", acrescenta a declaração.
Musk comprou o X, antigo Twitter, por US$ 44 bilhões (R$ 227,2 bilhões na cotação da época) em 2022 e gerou polêmica com seu uso da plataforma, sobretudo durante a recente eleição presidencial nos Estados Unidos.
O magnata apoiou o vencedor da eleição, o republicano Donald Trump, e usou sua conta pessoal, que tem quase 205 milhões de seguidores, para pedir votos a seu favor.
Na terça-feira, o presidente eleito nomeou Musk para chefiar o recém-criado departamento de "Eficiência Governamental".
Com uma última publicação na madrugada desta quarta-feira, a conta do The Guardian no X agora aparece como "arquivada" e os seguidores são convidados a visitar o seu site.
O jornal de centro-esquerda afirmou que os usuários do X ainda poderão compartilhar artigos nesta rede social e que os conteúdos publicados na plataforma também poderão ser incluídos em artigos do veículo.