A marca nasceu com um estilo 'creator', de ouvir o público, de rir de si mesma de uma maneira leve e descomplicada. Por isso, ela também quebra os códigos visuais que são mais comuns e até a forma de falar.
Um consumidor, certa vez, comentou com a gente que 'Mike's é o primo que fez publicidade'. Temos buscado esse lugar de proximidade. Até por isso, no Lolla, distribuímos uma capa de chuva no lugar da canga, já tradicional para outras marcas, em outros eventos.
Thais Soares, diretora de Mike's Ice
Explicar o que é a bebida também passa por esse desafio?
Esse é um ponto fundamental. Durante muito tempo, o mercado de RTDs foi sendo estabelecido com o endosso de outras marcas (nota da redação: como Smirnoff Ice e Skol Beats, por exemplo). De certo ponto, ficava difícil para o consumidor entender o que era esse produto. O primeiro desafio era como construir e desenvolver a categoria e fazer o consumidor, de fato, entender o que é um drinque pronto.
No portfólio de Ambev, temos Mike's, Beats e o Brutal Fruit. Temos que sempre pensar nisso quando montamos o arsenal de ferramentas que podemos oferecer para o consumidor, para facilitar esse entendimento. No ponto de venda, por exemplo, sempre sinalizamos o drinque pronto, um agrupamento de produtos, indiferente de ser nosso ou da concorrência, para facilitar a vida do consumidor.
A marca chegou ao Brasil com um sabor, de limão. Depois, foram criadas versões com guaraná e pitaya. Como é o trabalho de desenvolvimento de novos sabores e como levá-los ao público?