Como a SP-Arte se beneficia do sucesso da arte brasileira no exterior?

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No último ano, o Brasil ganhou um destaque que poucas vezes teve no cenário internacional de artes visuais. À Bienal de Veneza, organizada por Adriano Pedrosa, diretor artístico do Masp, o Museu de Arte de São Paulo, seguiu-se uma celebrada exposição de Tadáskia no MoMA, o Museu de Arte Moderna de de Nova York, e a maior mostra internacional de Regina Silveira, em Barcelona.

Se o ótimo momento além-mar aumenta a moral e prova a qualidade do "made in Brazil", ele também deve impulsionar os negócios. Fernanda Feitosa, a fundadora da SP-Arte, a principal feira de arte do país, que abre nesta quarta a sua 21ª edição, comemora os mais de 70 colecionadores estrangeiros, patronos de museus internacionais e consultores de arte que desembarcam em São Paulo a convite de seu evento.

Para discutir como a SP-Arte se beneficia do sucesso da arte brasileira no exterior, Priscila Camazano conversa com o repórter João Perassolo no Como é que é? desta quarta-feira (2), ao vivo, às 18h.

Transmitido ao vivo direto da Redação da Folha, no centro de São Paulo, o programa da TV Folha vai ao ar de segunda a sexta-feira, pelos canais do jornal no YouTube, no Instagram, no Facebook e na Twitch.

Depois da transmissão, a íntegra das conversas segue disponível no canal da TV Folha no YouTube e também em versão áudio nos principais agregadores de podcasts.

Além do programa diário, a TV Folha publica no YouTube entrevistas, reportagens e minidocs sobre diferentes temas do noticiário.

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