PEQUIM (Reuters) - O órgão regulador da internet da China publicou nesta sexta-feira normas que regem o uso da tecnologia de reconhecimento facial, declarando separadamente que os indivíduos não devem ser forçados a verificar sua identidade usando essa tecnologia.
A China está na vanguarda da tecnologia de reconhecimento facial, que é utilizada por todos os níveis de seu aparato de segurança pública para rastrear pessoas, monitorar dissidentes e minorias étnicas. As novas regras não mencionam o uso da tecnologia de reconhecimento facial pelas autoridades de segurança.
A Administração do Ciberespaço da China (CAC) disse que as normas foram publicadas em resposta às crescentes preocupações da sociedade sobre os riscos que o uso generalizado da tecnologia de reconhecimento facial representa para a privacidade da população.